Agora é a vez de Rose Óliver começar uma vida universitária. A atriz e poetisa da Cia. Arte e Riso passou para Letras com Hbilitação em Língua Inglesa e outras Literaturas pela UERN em Umarizal. 

Nota:

Toda a Cia. Arte e Riso está muito feliz com o ingresso de mais um componente na universidade, e parabeniza Rose Óliver pela conquista. E a luta continua...Fazendo arte e melhorando vida...

Postado por Jardeu Amorim

Roberto Peixe, do Minc, estará no TCP dia 2 de abril

O secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (Minc), João Roberto Peixe, estará em Natal no próximo dia 2 de abril. Sua vinda objetiva a assinatura do termo de adesão do Rio Grande do Norte ao Sistema Nacional de Cultura (SNC). O evento será no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, a partir das 9h e estão convidadas Prefeituras, secretários de Cultura, agentes culturais, artistas, produtores e demais interessados em participar do evento.
Na ocasião, Roberto Peixe fará palestra sobre o Sistema Nacional de Cultura e a importância da participação dos municípios e estados aderirem, assim como também será lançado o novo Edital da Secretaria Extraordinária de Cultura e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA), de Apoio a Eventos Culturais, no valor de R$ 120 mil.
O Governo do Rio Grande do Norte vem se preparando para fazer parte do SNC, com a criação do Plano Estadual de Cultura e incentivando e orientando os demais municípios a fazerem o mesmo. Durante todo o mês de janeiro, e parte de fevereiro e março, foram realizadas através da Secretaria Extraordinária de Cultura e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA), as Conferências Regionais de Cultura em todas as regiões do Estado, assim como também mobilizações em outros municípios, com o intuito de orientar os órgãos culturais municipais para a importância da criação dos seus respectivos planos municipais de cultura, considerados fundamentais para a elaboração de políticas públicas com caráter de curto, médio e longo prazo na área cultural, que é umas das prerrogativas do Sistema Nacional de Cultura, cuja ideia é criar um sistema semelhante ao que já acontece com o Sistema Único de Saúde (SUS), que já tem 20 anos e estabelece diretrizes e responsabilizações em âmbito municipal, estadual e federal. A Secultrn/FJA também se prepara, a partir das Conferências Regionais para elaborar seu Plano Estadual de Cultura.

Na ocasião, Roberto Peixe fará palestra sobre o Sistema Nacional de Cultura e a importância da participação dos municípios e estados aderirem, assim como também será lançado o novo Edital da Secretaria Extraordinária de Cultura e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA), de Apoio a Eventos Culturais, no valor de R$ 120 mil.

O Governo do Rio Grande do Norte vem se preparando para fazer parte do SNC, com a criação do Plano Estadual de Cultura e incentivando e orientando os demais municípios a fazerem o mesmo. Durante todo o mês de janeiro, e parte de fevereiro e março, foram realizadas através da Secretaria Extraordinária de Cultura e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA), as Conferências Regionais de Cultura em todas as regiões do Estado, assim como também mobilizações em outros municípios, com o intuito de orientar os órgãos culturais municipais para a importância da criação dos seus respectivos planos municipais de cultura, considerados fundamentais para a elaboração de políticas públicas com caráter de curto, médio e longo prazo na área cultural, que é umas das prerrogativas do Sistema Nacional de Cultura, cuja ideia é criar um sistema semelhante ao que já acontece com o Sistema Único de Saúde (SUS), que já tem 20 anos e estabelece diretrizes e responsabilizações em âmbito municipal, estadual e federal. A Secultrn/FJA também se prepara, a partir das Conferências Regionais para elaborar seu Plano Estadual de Cultura.

Marcelo Henrrique - Tabakana e Forró da Galera
Depois de Jardeu Amorim e Luizinho de Carneirinho, a iniciativa do professor de Artes e Literatura Sergio Rubens, continua na sua ideia de conhecer os artistas da nossa terra Umarizal. O participante da vez foi o vocalista da banda Tabakana e Forró da Galera, Marcelo Henrique, falar com os alunos do Colégio Efetivo.

vejamos alguns trechos dessa conversa:



Com quantos anos você começou a cantar?

Hoje eu estou com 23, então faz 12 anos que eu comecei a cantar. Desde o ensino fundamental eu já gostava de mais bela voz, cantava na escola, fiz peça de teatro, já fui membro do arte e riso, tudo que tinha envolvendo cultura na escola eu tava junto.

Você é compositor?

Com certeza, é sempre bom expor o que a gente ta sentindo. Às vezes eu posso estar conversando aqui e pode surgir uma música. É engraçado! Às vezes você faz uma música que fale de amor ou de amizade e as pessoas falam: “ta apaixonado”! Mas não é obrigado você esta apaixonado pra fazer uma música de amor, às vezes se ta assistindo um filme ou vendo uma história bonita. Eu faço composições, tabakana tem músicas minhas, assim como forró da galera também.

Você teve influencia da sua família?

A minha família apóia desde o inicio. Eu disse: quero trabalhar com arte! E até hoje me apóiam.

Você se espelha em algum cantor?

Cada dia que passa eu me inspiro numa pessoa diferente, procurando tirar um pouco da característica de cada um. Quando eu iniciei, a banda que eu mais gostava era o parangolé, ou seja, há doze anos, era outro cantor, a banda era toda diferente. Foi daí de onde surgiu a idéia de montar a Tabakana.

De quem foi a idéia de fazer a banda forró da galera?

Foi minha! Eu tava vendo que em Umarizal tinha bandas de forró, só que valorizavam mais o que vinha de fora e as bandas daqui acabavam ficando no esquecimento. Então resolvi montar a banda pra tocar quando chamarem e pra onde chamarem, até na calçada a gente toca. Hoje eu não canto mais em forró da galera, coloquei outro cantor lá, que é Marinho, até porque eu tava trabalhando fora daqui também, mas agora voltei para cá.

Que outros trabalhos artísticos você faz além de cantar?

Eu sou instrumentista, sou produtor musical, também me utilizo do teatro, afinal quando eu estou no palco eu preciso interpretar, além do mais em cima do palco eu preciso ser alguém diferente, lá eu sou Marcelo do Tabakana, aqui eu sou só Marcelo.



Do:colegioefetivo.blogspot.com
Postado por Jardeu Amorim



O PALHAÇO

Sob a luz, sobre o picadeiro,
No topo da fama, da glória, louvor,
Está o palhaço doando-se inteiro
E o povo lhe dando aplauso e calor.

No meio da festa tão cheia de graça,
Com roupa de bolas azuis e vermelhas,
O bobo provoca o sorriso da massa,
Implica consigo, distribui centelhas.

Nós rimos felizes no circo gigante,
Comemos pipoca e cremos no amor.
Deixamos lá fora, nossa vida errante,
Sugamos o artista esquecendo sua dor.


Poema de Mariângela Freitas - inserido em seu livro: "UM BEIJA-FLOR NO JARDIM"
Através do jataovaqueiro.blogspot.com
Fonte: naturezaeeducacao.blogspot.com.br
Postado por Jardeu Amorim

Foto Logo da Cia. Arte e Riso - 10 anos
Comemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.

Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.







Joelson, Léo e Victor - 2 ª Etapa do Festival dos Inhamins/2012
COMO SURGIU O CIRCO

É praticamente impossível determinar uma data específica de quando ou como as práticas circenses começaram. Mas pode-se apostar que elas se iniciaram na China, onde foram encontradas pinturas de 5 000 anos, com figuras de acrobatas, contorcionistas e equilibristas. Esses movimentos faziam parte dos exercícios de treinamento dos guerreiros e, aos poucos, a esses movimentos foram acrescentadas a graça e a harmonia.

Conta-se ainda que no ano 108 a.C aconteceu uma enorme celebração para dar as boas-vindas a estrangeiros recém-chegados em terras chinesas. Na festa, houve demonstrações geniais de acrobacias. A partir de então, o imperador ordenou que sempre se realizassem eventos dessa ordem. Uma vez ao ano, pelo menos.

Também no Egito, há registros de pinturas de malabaristas. Na Índia, o contorcionismo e o salto são parte integrante dos espetáculos sagrados. Na Grécia, a contorção era uma modalidade olímpica, enquanto os sátiros já faziam o povo rir, numa espécie de precursão aos palhaços.



Jardeu e Lé da Cia. Arte e Riso com o Palhaço Café Pequeno - RJ
 Festival dos Inhamuns - Arneiroz, 2011
 NO PALCO DA HISTÓRIA

Por volta do ano 70 a.C, surgiu o Circo Máximo de Roma, que um incêndio destruiu totalmente, causando grande comoção. Tempos depois, no ano 40 a.C, construíram no mesmo lugar o Coliseu, com capacidade para 87 mil pessoas. No local, havia apresentações de engolidores de fogo, gladiadores e espécies exóticas de animais.

Com a perseguição aos seguidores de Cristo, entre os anos 54 e 68 d.C, esses lugares passaram a ser usados para demonstrações de força: os cristãos eram lançados aos leões, para serem devorados diante do público.

Os artistas procuraram, então, as praças, feiras ou entradas de igrejas para apresentarem às pessoas seus malabarismos e mágicas.

Ainda na Europa do século XVIII, grupos de saltimbancos se exibiam na França, Espanha, Inglaterra, mostrando suas habilidades em simulações de combates e na equitação.



Palhaço Rapadura (João Paulo/Tatu) Assembléia Cidadã -2011
 O CIRCO MODERNO

A estrutura do circo como o conhecemos hoje teve sua origem em Londres, na Inglaterra. Trata-se do Astley's Amphitheatre, inaugurado em 1770, pelo oficial inglês da Cavalaria Britânica, Philip Astley.

O anfiteatro tinha um picadeiro com uma arquibancada próxima e sua atração principal era um espetáculo com cavalos. O oficial percebeu, no entanto, que só aquela atração de cunho militar não segurava o público e passou a incrementá-la com saltimbancos, equilibristas e palhaços.

O palhaço do lugar era um soldado, que entrava montado ao contrário e fazia mil peripécias. O sucesso foi tanto, que adaptaram novas situações.

Era o próprio oficial Astley quem apresentava o show, vindo daí a figura do mestre de cerimônias



Cia. Arte e Riso - Ação - Bicicleteata para odia do teatro - 2008
QUANDO O CIRCO CHEGOU AO BRASIL


No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra, uma vez que, na Europa do século dezoito, eles eram perseguidos. Aqui, andando de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.


Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.


Mas o circo com suas características itinerantes aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha no palhaço o seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.


O palhaço brasileiro, por sua vez, adquiriu características próprias. Ao contrário do europeu, que se comunicava mais pela mímica, o brasileiro era falante, malandro, conquistador e possuía dons musicais: cantava ou tocava instrumentos.


Muciroca (Deyvis) e Ruivão (Léo) - Fortaleza/2010
 CIRCO CONTEMPORÂNEO



Circo contemporâneo é o que se aprende na escola. Fenômeno conseqüente das mudanças de valores na sociedade e suas novas necessidades. Grande parte dos profissionais do circo mandaram seus filhos para a universidade, fazendo com que as novas gerações da lona trabalhem mais na administração.


Em fins dos anos 70, começam a aparecer as primeiras escolas de circo, no mundo inteiro. Na França, a primeira a surgir foi a Escola Nacional de Circo Annie Fratellini, em 1979, com o apoio do governo francês.


No Canadá, artistas performáticos têm aulas com ginastas e, em 1981, é criada uma escola de circo para atender à necessidade desses novos acrobatas.


Interessante lembrarmos, no entanto, que essa importância que o circo assume no mundo capitalista já era cultivada na ex-URSS, desde a década de 20. Data de 1921 a criação de uma escola de circo na União Soviética, que coloca o circo no patamar de arte, com inovação dos temas e das formas de apresentação.



Foto: Lulinha, Arte e Riso no 8º Festival de Teatro do Recife - 2010
ESCOLAS E GRUPOS BRASILEIROS



No Brasil, a primeira escola de circo foi criada em São Paulo, em 1977, com o nome de Piolin (que é também o nome de um grande palhaço brasileiro). Funcionava no estádio do Pacaembu.


No Rio de Janeiro, surge em 1982 a Escola Nacional de Circo, abrindo oportunidades para jovens de todas as classes e vindos de diferentes regiões do país. Eles aprendem as novas técnicas circenses e, uma vez formados, montam seus próprios grupos ou vão trabalhar no exterior.


São muitos os grupos espalhados pelo Brasil afora. Citamos a Intrépida Trupe, os Acrobáticos Fratelli e a Nau de Ícaros.


No Rio Grande do Norte temos o Circo Grock em Natal como a escola potiguar de circo.


Palhaços do Arte e Riso - comemorações natalinas - Patu/2011
 NOSSOS PALHAÇOS



Carequinha, "o palhaço mais conhecido do Brasil" - ele mesmo se intitula assim - diz que os melhores palhaços que ele conheceu na vida foram Piolin, Arrelia e Chicarrão. Essa notoriedade de George Savalla Gomes, seu verdadeiro nome, se deve muito à TV. Comandou programas de televisão, gravou vários discos, e soube tirar dessa mídia o melhor proveito. A TV, para ele, não acabou nem vai acabar nunca com o circo. Segundo Carequinha, o circo é imortal.


"Sou contra circo que tem animais. Não gosto. O circo comum, sem animais, agrada muito mais."

Carequinha


Denominado o "Rei dos Palhaços", o senhor Abelardo Pinto morreu em 1973 e era conhecido no meio circense e no Brasil como o palhaço Piolin (era magro feito um barbante e daí a origem do apelido). Como Carequinha, Piolin trabalhou em circo desde sempre. Admirado pela intelectualidade brasileira, participou ativamente de vários movimentos artísticos, entre eles, a Semana de Arte Moderna de 1922.


"O circo não tem futuro, mas nós, ligados a ele, temos que batalhar para essa instituição não perecer"

Frase dita por Piolin, pouco antes de morrer

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas

Postado por Jardeu Amorim
Foto: Circo Grock - Escola Potyguar de Circo - Natal - RN
Alguns estudiosos afirmam que o circo surgiu na Antiguidade, na Grécia ou no Egito; alguns apontam a origem do circo na China, mais de 5000 anos atrás. Há inúmeras versões sobre a origem do circo, dissonantes ou não, elas concordam em um sentido: o propósito de entreter e até enganar seus espectadores, o que ocorreu em muitos casos.

A versão do circo como conhecemos - com picadeiro, lona, números com animais - é recente e foi criada pelo suboficial inglês Philip Astley, por volta de 1770, que montou um espetáculo eqüestre que contava com saltadores e palhaços.

Não entraremos no mérito da origem do Circo, procuraremos, portanto, apresentar alguns exemplos que mais se prolongaram como espetáculos circenses ao longo da história da humanidade.

O Coliseu de Roma, um anfiteatro reconstruído pelo imperador romano Júlio César, por volta dos anos 40 a.C., onde cabiam 87 mil espectadores, atraídos pelas mais variadas atrações, tais como: homens louros das regiões nórdicas, animais exóticos, engolidores de fogo, e posteriormente gladiadores que lutavam até a morte - a atração mais esperada pelo público do Coliseu.

A luta entre os gladiadores no Coliseu começou com o reinado de Nero (ano 54 a 68 da era cristã), era a instituição no Império Romano do chamado "panis et circense" (pão e circo), que tinha por objetivo dar ao povo comida e diversão, para que estes não clamassem por mudanças ou melhorias que poderiam abalar as bases do Império Romano.

As touradas na Espanha, uma prática que teve origem em Creta, onde o objetivo era domar e matar touros enfurecidos pelos gritos e pelos golpes de espadas aplicados pelos toureiros.

A arte acrobática na China, utilizada em um torneio chamado "A batalha contra Chi-hu" (Chi-hu equivalente a chefe de tribo), que consistia em um exercício de batalha, com participantes portando chifres nas cabeças, lançando-se uns contra os outros em grupo de dois ou três. Conhecido como o "jogo das cabeçadas" na era do imperador Wu, da dinastia Han (220-206 a. C.), transformou-se e passou a chamar-se Pai-Hsi (os cem espetáculos). A encenação evoluiu e tomou a forma de espetáculos anuais, conhecidos como o Festival da Primeira Lua. Que ganhou novos números com o passar do tempo.

No Brasil, "o maior espetáculo da Terra" tem origens tão diversas, quanto dissonantes; consenso mesmo só existe no fato de se admitir que houve uma chamada "Idade do Ouro", que segundo Omar Eliott, diretora da Escola Nacional de Circo no Rio de Janeiro durante o século XIX, os grandes circos estrangeiros vinham para cá aproveitando momentos econômicos favoráveis, como o ciclo da cana-de-açúcar, o "boom" da borracha e a ascensão do café, tomados como exemplos.

Os circos chegaram a ter entre seus espectadores, gente da nobreza e até mesmo imperadores.

Acredita-se que, com as constantes perseguições aos ciganos na Península Ibérica, muitos tenham chegado ao Brasil e entre suas atividades incluíam-se o adestramento de animais selvagens, o ilusionismo e as exibições com cavalos, conforme relata a pesquisadora Alice Viveiros de Castro, que afirma "sempre houve ligação dos ciganos com o circo".

Atualmente, a grande maioria dos circos não usa mais animais em seus espetáculos, passou a contar com números mais ousados, primando pela encenação e pela profissionalização de seus componentes, com objetivo de competir com cinemas, teatros e outras formas de entretenimento.

Fonte: www.brasilcultura.com.br
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/marco/dia-do-circo.php
Postado por Jardeu Amorim
O diretor artístico do Teatro Oficina e presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, José Celso Martinez Correa, estará em Natal entre os dias 26 e 27 de março como convidado ilustre da Secretaria Extraordinária de Cultura do RN e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA), para as comemorações dos 108 anos do Teatro Alberto Maranhão (TAM) - completados no dia 24 de março - e do Dia Mundial do Teatro, lembrado em 27 de março. Na segunda-feira, 26, José Celso Martinez Correa fará uma oficina aberta a atores e performers, no próprio TAM, a partir das 14h. As inscrições devem ser feitas previamente no número 84 3232 9702. Já no Dia Mundial do Teatro, o diretor fará uma palestra aberta ao público, a partir das 20h, também no TAM, entrada gratuita.

Em 2012 o Teatro Oficina completa 54 anos de existência e mantém-se em plena atividade artística e social. Surgido em 1958, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco o grupo passou por diversas fases. A profissionalização aconteceu a partir de 1961, na época dos "Anos Dourados", quando foram encenadas obras que revolucionaram a moderna dramaturgia brasileira como "Pequenos Burgueses" de Gorki e "O Rei da Vela" de Oswald de Andrade. Durante os anos de chumbo da ditadura militar, o inevitável exílio levou o grupo, entre os anos 1970, a realizar trabalhos em Portugal, Moçambique, França e Inglaterra, com a produção de obras cinematográficas como o "25" que narra a libertação de país africano e "O Parto" sobre a Revolução dos Cravos.

Sobre o Fundador do Teatro Oficina

José Celso Martinez Correa é diretor artístico do Teatro Oficina e presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona. Fundou o grupo em 1958 na faculdade de direito do Largo São Francisco e até 1974, quando foi preso e torturado e teve de deixar o Brasil para trabalhar com liberdade na Europa e na África, dirigiu grandes montagens teatrais que entraram para a história da dramaturgia mundial. Entre elas Pequenos Burgueses, de Górki, O Rei da Vela de Oswald de Andrade, que marcou o início do teatro pós-moderno brasileiro e Selva das Cidades de Brecht. Com a reabertura do país Zé passou a trabalhar mais intensamente e ao lado de outros artistas fundou a Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona que tem em seu estatuto o objetivo de tocar os tabus e transformá-los em tótens. Zé Celso esteve à frente do grupo durante estes 51 anos e sua capacidade provocadora e profundo conhecimento cultural e filosófico causaram sempre movimento de evolução para a arte praticada no teatro, sempre renovada e plugada nos acontecimentos da hora. Referência mundial no teatro contemporâneo é admirado e respeitado por artistas de todas as áreas, e no Brasil é amado e respeitado como verdadeiro conselheiro. Conhecido por sua imensa bravura na luta cultural pelos direitos humanos e contra as opressões, hoje é um diretor pronto a trabalhar como treinador de uma grande seleção de teatro nacional.

Assecomfjarn - com informações da Produção do Teatro Oficina.

Postado por Jardeu Amorim
Hoje,27, é comemorado em muitos países do mundo, inclusive o Brasil o dia Mundial do Teatro e/ou do Circo. Apesar de muitas pessoas não concordarem com essa data, já que existem varias versões para tais fins, é importante lembrarmos do que fazemos e divulgarmos nossos trabalhos, pois é mais um dia para valorizarmos o que escolhemos fazer. Defendemos a cultura popular, nossas raízes, um teatro totalmente livre, na rua com a plateia participando ativamente de nossas brincadeiras, talvez não se enquadre com as comemorações que o dia 27 de março propõe, mas não podemos esquecer a origem do Teatro e do Circo, surgimos praticamente da mesma forma, só depois fomos nos distanciando, com novas ramificações. O nosso teatro de rua abriga tanto o tragédia quanto o a comédia, o Circo. Assim, me sinto contemplado por essa data, e que venham mais datas para lembrarmos o teatro e o circo.

Muitas apresentações, oficinas, encontros e protestos estão programados para hoje por todos os lugares do Brasil. Parabéns Arte e Riso, Culturarte e todos os que acreditam na magia do que fazemos.

Faremos hoje uma série de postagens referentes as comemorações ao dia do Teatro e do Circo. Mostraremos algumas versões. Portanto aí vai a primeira:

Teatro antigo, suas galerias, camarotes - comédia e da tragédia
O dia mundial do teatro foi criado em 1961, pelo Instituto Internacional do Teatro (ITI), data da inauguração do Teatro das Nações, em Paris.

O marco principal do surgimento do teatro foi a reunião de um grupo de pessoas em uma pedreira, que se reuniram nas proximidades de uma fogueira para se aquecer do frio.

A fogueira fazia refletir a imagem das pessoas na parede, o que levou um rapaz a se levantar e fazer gestos engraçados que se refletiam em sombras. Um texto improvisado acompanhava as imagens, trazendo a ideia de personagens fracos, fortes, oprimidos, opressores e até de Deus e do diabo, segundo conta Margarida Saraiva, da Escola Superior de Teatro e Cinema, de Portugal.

A representação existe desde os tempos primitivos, quando os homens imitavam os animais, para contar aos outros como eles eram e o que faziam, se eram bravos, se atacavam, ou seja, era a necessidade de comunicação entre os homens.

As homenagens aos deuses também favoreceram o aparecimento do teatro. Na época das colheitas da uva, as pessoas faziam encenações em agradecimento ao deus Dionísio (deus do vinho), pela boa safra de uvas colhidas, assim, sacrificavam um bode, trazendo para a comemoração os primeiros indícios da tragédia.

Os povos da Grécia antiga transformaram essas encenações em arte, criando os primeiros espaços próprios, para que fossem divulgadas suas ideias, as mitologias, agradecimentos aos vários deuses, dentre outros assuntos.

O gênero trágico foi o primeiro a aparecer, retratava o sofrimento do homem, sua luta contra a fatalidade, as causas da nobreza, numa linguagem bem rica e diversificada. Os maiores escritores da tragédia foram Sófocles e Eurípedes.

Nessa época, somente os homens podiam representar, assim, diante da necessidade de simular os papéis femininos, as primeiras máscaras foram criadas e mais tarde transformadas nas faces que representam a tragédia e a comédia; máscaras que simbolizam o teatro.

O gênero cômico surgiu para satirizar os excessos, as falsidades, as mesquinharias. Um dos principais autores de comédia foi Aristófanes, que escreveu mais de quarenta peças teatrais.

Nas primeiras representações, a comédia não foi bem vista, pois os homens da época valorizavam muito mais a tragédia, considerando-a mais rica e bonita. Somente com o surgimento da democracia, no século V a.C, a comédia passou a ser mais aceita, como forma de ridicularizar os principais fatos políticos da época.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Do: http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-mundial-teatro27-marco.htm

Por Jardeu Amorim
Foto ilustrativa: Logo do 1º Evento Raízes realizado em 2010
Em face ao surgimento do Movimento Escambo em Janduís, a Cia. Ciranduís planeja realizar um encontro regional de debates culturais na cidade, com grupos que ainda estão no Movimento e outros que estão na relação cultural.


A previsão é que o encontro denominado Escambito Raízes, já está embrionado e a previsão é que aconteça nas datas 20, 21 e 22 de abril. A presença dos grupos é um condicionante pra idéia ir a frente.

Além do convite que será feito aos grupos de Janduís como Filhos do Sol, Balai de Artes, Brincantes do Sertão e ao PDA Carnaúba, grupos vizinhos já estão comprometidos com a causa.


Alguns Grupos confirmados:

  • Maria Cardoso (Caicó); 
  • Transformação (Campo Grande);
  • Arte Na Vêia (Governador);
  • Arte e Ação (Messias Targino);
  • Arte e Riso (Umarizal);
  • Culturarte (Umarizal);
  • Tribo da Arte (Lucrécia);
  • Arte Viva (Santa Cruz)
Do blog: ciranduis.blogspot.com
Postado por Jardeu Amorim
A Cia. Arte e Riso esteve mais uma vez na escola estadual Anália Costa fazendo animação para os pais e alunos que participaram do encontro da Família na Escola no último sábado, 24. A ação foi desenvolvida pela direção da escola com apoio da 14ª DIRED, e foi oferecido aos presentes verificação da pressão, pesagem, entrega de kits de higiene bucal, palestras sobre saúde e motivação, sorteios, lanche e é claro muita alegria com apresentação dos palhaços Bole-Bole e gravatinha.

Postado por Jardeu Amorim




Na última quinta – feira, 22, o pequeno Ryan Soares, filho do cantor Raí Soares da banda Saia Rodada com sua esposa Yasminny comemorou seu primeiro aniversário na sua residência em Umarizal, e a Cia. Arte e Riso fez a animação da grande festa, com brincadeiras, cantigas de roda e muita diversão para as crianças e adultos presentes.










Momentos:


Postado por Jardeu Amorim


Chico Anysio posa em sua residência, em São Paulo,
em junho de 2009 (Foto: Leonardo Wen/Folhapress )
Morreu nesta sexta-feira (23), aos 80 anos, o humorista Chico Anysio. Ele estava internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio. Ao longo de seus 65 anos de carreira, Chico Anysio criou mais de 200 personagens e foi um dos maiores humoristas do Brasil com destaque no rádio, na TV, no cinema e no teatro.

Anysio apresentou uma piora nas funções respiratória e renal na quarta-feira (21) e voltou a respirar com ajuda de aparelhos durante todo o dia. Ele estava no CTI do hospital carioca desde dezembro do ano passado por conta de um sangramento. O comediante chegou a ter o problema controlado, mas apresentou uma infecção pulmonar e retornou à internação. Ele seguia em sessões de fisioterapia respiratória e motora diariamente, somadas a antibióticos.

O ator também já foi submetido a uma laparotomia exploradora, procedimento cirúrgico que serve para revelar um diagnóstico. Essa cirurgia fez com que Chico Anysio tivesse um segmento de seu intestino delgado retirado.

No final de 2010, ele foi levado ao mesmo hospital com falta de ar. Após uma obstrução da artéria coronariana ser encontrada, passou por uma angioplastia, procedimento para desobstrução de artérias. Após 110 dias, teve alta em março do ano passado.

Com fortes dores nas costas, o humorista foi novamente internado em novembro. Ficou no hospital durante cinco dias, para receber medicação intravenosa devido a problema antigo nas vértebras que provocava dor. No fim de novembro, teve febre e os médicos descobriram uma contaminação por fungos, tratada com antibióticos. No começo de dezembro, retornou ao hospital com infecção urinária e ficou internado por 22 dias. Um dia depois, voltou ao Hospital Samaritano.

Nos momentos mais críticos, quando esteve no hospital entre dezembro de 2010 e março de 2011, Chico necessitou da ajuda de aparelhos para respirar e se comunicava com médicos e familiares por meio de mímica. Durante o período pós-operatório, houve o diagnóstico de um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio).

Durante o período de internação, que alternou momentos no CTI e em unidades intermediárias, Chico Anysio apresentou quadros de pneumonia e passou por sucessivas broncoscopias. As infecções foram tratadas com uso de antibióticos.

Antes, em agosto de 2010, o humorista precisou ser internado para a retirada de parte do intestino grosso após ser constatado um quadro de hemorragia no aparelho digestivo. Em maio de 2009, outra pneumonia o levou ao hospital.



O personagem mais famoso de Anysio foi o Profº Raimundo
 (Foto: CGCom/TV Globo)
Rádio e TV

Foi no Rádio Guanabara, ainda nos anos 50, que os seus tipos cômicos começaram a surgir. Até o “talento para imitar vozes”, como o próprio Chico descreveria em seu site, evoluir para a televisão. A estreia aconteceu em 1957, na extinta TV Rio, no programa “Aí vem dona Isaura”. Foi lá que o Professor Raimundo teve sua primeira aparição no vídeo, como o tio da protagonista que vinha do Nordeste — até então o programa só havia sido veiculado pelo rádio.

“Até tinha uma coisa de sentar para criar, mas uns nasceram pela voz, outros pelo tipo, pela personalidade, pela caracterização. Sempre fiz questão de que eles fossem encontrados sem que eu estivesse presente. Que alguém dissesse: ‘Na minha terra, tem um Pantaleão. No Rio tem muito Azambuja’”, explicou o humorista ao “Estado de S. Paulo”, em 2009.

Num tempo em que ainda não existiam contratos de exclusividade, Chico pôde fazer participações especiais em programas de outras emissoras e em chanchadas da Atlântida.

O “Chico Anysio Show”, seu primeiro programa de humor, foi lançado no início da década de 60. Foi ao ar pela TV Rio, depois pela Excelsior e em 1982 voltou a ser exibido pela Rede Globo — onde o humorista já trabalhava desde 1969.


A cantora Elza Soares e Chico Anysio,
Show em São Paulo em 1967 (Foto: Agência Estado)
 Mas foi na Globo que teve seus programas humorísticos de maior sucesso e onde desenvolveu a maioria de seus personagens. Entre as atrações, destaque para “Chico city” (1973-1980), “Chico total” (1981 e 1996) e “Chico Anysio show” (1982-1990).

Alguns desses personagens quase que se misturam à história da televisão brasileira, como o ator canastrão Alberto Roberto, o pão-duro Gastão Franco, o coronel Pantaleão, o pai-de-santo Véio Zuza, o velhinho ranzinza Popó, o alcoólatra Tavares e sua mulher Biscoito (Zezé Macedo) e o revoltado Jovem.

Com o passar dos anos, novos tipos eram criados e incorporados ao programa: o funcionário da TV Globo Bozó, que tentava impressionar as mulheres por conta de sua condição; o mulherengo e bonachão Nazareno, sempre de olho nas serviçais; o político corrupto Justo Veríssimo; e o pai de santo baiano e preguiçoso Painho são alguns dos mais populares.

Apresentada como quadro em outros programas desde a década de 1980, a “Escolinha do Professor Raimundo” tornou-se uma atração independente em 1990. No ar até 2002, o humorístico lançou toda uma geração de comediantes. Entre os “alunos” revelados pelo “professor Chico” estão Claudia Rodrigues, Tom Cavalcante e Claudia Gimenez.

Chico também atuou em novelas e especiais da Globo, como “Pé na jaca” (2007), “Sinhá Moça” (2006), “Guerra e paz” (2008) e “A diarista” (2004). Chico Anysio também teve um quadro fixo no Fantástico por 17 anos (de 1974 a 1991), e supervisionou a criação no programa “Os Trapalhões” no início dos anos 90.


Chico exibe prêmio do Festival do Rio com a equipe
do longa 'A hora e a vez de Augusto Matraga', em 2011
 (Foto: Alexandre Durão/G1)
Cinema
A incursão mais recente de Chico Anysio no cinema foi como dublador. É dele a voz do protagonista da animação “Up - Altas aventuras", animação do estúdio Pixar. Antes disso, o humorista fez uma participação especial no recordista de bilheteria “Se eu fosse você 2” (2008), de Daniel Filho. “Nos créditos finais fiz questão de colocar ‘senhor Francisco Anysio’. Ele é um astro, merece ser tratado com toda reverência”, explicou o diretor em entrevista aoG1 durante o lançamento do longa.

Em 1996, o humorista interpretou o personagem Zé Esteves, pai da personagem-título, em “Tieta”, de Cacá Diegues. O trabalho coincidiu com o aniversário de 25 anos da estreia de Chico no cinema, na pornochanchada "O doce esporte do sexo". Antes havia participado de comédias como "Mulheres à vista" e "Cacareco vem aí".

Em 2011, em sua última aparição pública, recebeu o prêmio especial do Júri do Festival do Rio pelo seu desempenho no longa “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do diretor Vinícius Coimbra.

"O filme é importantíssimo, a obra é linda. Vinícius realizou algo quase inacreditável. É um filme que, tenho certeza, Sergio Leone assinaria com alegria", destacou o bem humorado Chico, que fez questão de receber o Troféu Redentor pessoalmente, mesmo de cadeira de rodas.

Literatura e artes plásticas

Além de se dedicar ao humor, Chico também foi artista plástico. Apaixonado pela pintura, retratou paisagens ao redor do mundo a partir de fotografias que tirava dos países que visitava. Realizou exposições de seus quadros em diversas galerias do Brasil e chegou a afirmar que gostaria de ter dedicado mais tempo à atividade.

“Porque teria tido mais tempo para aprender, para melhorar. Teria mais tempo para me tornar conhecido e aceito, para vender meus quadros por um preço melhor. Cheguei a admitir que a pintura seria meu emprego da velhice, mas não vai ser, porque ninguém está comprando nada de obra de arte, e pintar para guardar é terrível”, disse em entrevista à “Folha de S. Paulo”, em 2007. Foi autor de 21 livros, tendo publicado vários best-sellers na década de 70, como "O Batizado da vaca", "O telefone amarelo" e "O enterro do anão". Sua última publicação foi “O canalha”, lançada em 2000.

“É a história do cara que participou de todos os governos, desde Eurico Gaspar Dutra até o primeiro mandato de Fernando Henrique. Foi ele o responsável por todas as canalhices que ocorreram de lá para cá, como dar um revólver de presente a Getúlio Vargas”, explicaria o escritor Chico Anysio em entrevista à revista “Época”, no mesmo ano.

Outra de suas obras de destaque na literatura é o bem humorado manual “Como segurar seu casamento”, também de 2000. Na época, advertiu os leitores: “Não dou conselhos, transmito os erros que cometi e foram cometidos em cinco casamentos. Conviver é a arte de conceder. Essa troca de concessões gera a convivência harmônica”, comentou.


Chico Anysio em 2009, entrevista em seu apartamento,
 Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio (Foto: Aline Massuca/AE)
Carreira esportiva

Caçula de oito irmãos, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu no dia 12 de abril de 1931, no município de Maranguape, no Ceará. A cidade constantemente era citada de forma saudosa pelo humorista – seu personagem mais popular, o Professor Raymundo, era de lá.

“Maranguape, cidade de que tanto falo, representa uma grande saudade. Foi um pequeno paraíso, o Éden da minha infância durante gloriosos anos. Foi lá que aprendi a ler sozinho”, escreveu o humorista em seu site oficial.

Aos 7 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, após a falência da empresa de ônibus da família. Morador do Catete, contrariou a vontade do pai e do irmão mais velho — botafoguenses convictos — e se tornou vascaíno. Sonhava em ser jogador de futebol.

Mas a carreira esportiva logo foi esquecida, quando Chico passou em testes para ser locutor e ator da Rádio Guanabara. Ele ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Silvio Santos.

Nos anos 50, também trabalhou nas rádios Mayrink Veiga, Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Foi na primeira que criou o programa que se tornaria um de seus maiores sucessos, "Escolinha do Professor Raymundo", inicialmente composta por três alunos: Afrânio Rodrigues (o que sabia tudo), João Fernandes (o que não sabia nada) e Zé Trindade (o que embromava o professor).

Apesar da tentativa de se tornar um galã de radionovelas, sua veia humorística se destacava desde o início. “A rádio Guanabara descobriu meu jeito para imitar vozes. Neste dia perdi minha chance de ser um Tarcísio Meira”, contou o comediante em seu site. Foi assim que começou a compor os mais de 70 tipos cômicos que marcariam sua carreira.


Chico com os filhos Nizo Neto (esq.) e Bruno Mazzeo,
lançamento: DVD 'Chico Especial'-2007 (Foto: TV Globo)
Casamentos e filhos

O primeiro de seus casamentos foi aos 22 anos, com a atriz Nancy Wanderley. Depois foi a vez de Rose Rondelli. Sobre a união com a cantora e ex-frenética Regina Chaves, dizia mal se lembrar. Já com Alcione Mazzeo, rompeu a relação por conta de um ensaio nu. Mas foi seu matrimônio com a ex-ministra da Economia do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello — com quem teve dois filhos — que provocou mais polêmica. "Passou a ser uma pessoa de meu desagrado total. Fui um biombo para ela”, disse Chico à revista “Isto É”, em outubro de 2000.

Antes, porém, teve seis filhos, entre eles os atores Lug de Paula (famoso por interpretar o Seu Boneco, da “Escolinha do Professor Raimundo”), Nizo Neto (o Seu Ptolomeu, do mesmo programa, também dublador) Bruno Mazzeo (ator e roteirista). Chico também era tio do ator Marcos Palmeira, filho do cineasta Zelito Vianna, irmão do humorista; e da atriz Maria Maya, filha de Cininha de Paula, sobrinha do humorista.

Em novembro de 2009 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta comenda do governo brasileiro na área. Da vida, dizia levar apenas um arrependimento: “Me arrependo enormemente de ter fumado durante 40 anos.”

Do: http://www.umarizalnews.com.br/

Nota:
Merece ou não todo o nosso respeito e admiração?

Fique em Paz Chico...

Postado por jardeu Amorim
O Busto do "Príncipe dos Poetas" Othoniel Menezes foi chantado na manhã da quarta-feira, 14 de março, na passarela da Fortaleza dos Reis Magos. Prestigiaram a solenidade os netos do poeta, Laélia Menezes, Othoniel Menezes de Melo Neto, e os bisnetos María Luíza e Hermilo, filhos de Othoniel Neto. A secretária Extraordinária de Cultura do RN, Isaura Rosado, enfatizou que essa justa homenagem feita pelo Governo do Estado a um dos maiores poetas que o RN já teve, também homenageia todos os outros poetas potiguares. "Com esse ato estamos relembrando Othoniel Menezes e enaltecendo todos os outros poetas".

Emocionada ao falar, Laélia Menezes, lembrou que e a chantadura do busto de Othoniel Menezes era uma "luta antiga de seu pai", o filho de Othoniel, Laélio Ferreira, que há um ano lançou a obra reunida e perseguia esse objetivo de homenagear o pai. "A chantadura tanto é importante para Natal quanto é para todo o Estado porque meu avô tem uma vasta obra que pode ser referência para estudantes, turistas e a comunidade em geral", disse ela, sem deixar de agradecer o empenho de Isaura Rosado em concretizar esse sonho familiar.

O momento da chantadura contou com a execução da canção "Praieira", baseada no poema "Serenata do Pescador" que fez muito sucesso entre os anos 1930 e 1940 no Estado. Nem mesmo a forte chuva que caía atrapalhou a homenagem feita pelo cantor Fernando Tovar ao som do violão do mestre Gaspar.

Do: www.cultura.rn.gov.br
Postado por Jardeu Amorim
Agora e sempre, toda essa gente na hora e no lugar do costume pra dizer e fazer saber as mesmas coisas do costume. Elas andam, param, pensam, dirigem e tudo transcorre num ir e vir costumeiro e, de certa forma, improvisado.

E eu, não sendo isento ou diferente ou indiferente ao costume, aqui estou. Preso dentro desta caixa de vidros, plásticos e metais que é meu pequeno veículo. Uma nave rastejante sobre o asfalto. Uma lesma que ao rastejar, ao invés de visco, deixa uma quase sempre imperceptível marca de borracha impressa na superfície do solo por onde passa.

E em horário de trabalho eu trabalho. Sou um trabalhador honesto e honrado. Todavia confesso que em meu tempo de descanso eu cometo o ato vil de escrever e contar coisas que deveriam muitas vezes perecer no imaginário. Computador? Somente depois das dezoito ou dezenove horas. Neste teclado não ponho os dedos antes que todas as minhas tarefas sejam vencidas. Mas hoje fujo à regra e cometo uma exceção. Não se trata simplesmente de um rascunho imagético, uma experiência quase sobrenatural, mas sim de um fenômeno da natureza do universo que suplanta e engole a limitada natureza humana. É uma situação extrema.

Você que me lê, o caos bate à sua porta e rompe através dos portais. Venho no meio da tarde trazer a epístola que anuncia o fim do mundo que já começou sei lá quando e só agora eu fiz perceber. O apocalipse previsto por João. Não soaram trombetas inaugurais para cada qual tentar com suas unhas e dentes uma oração redentora de todos os pecados condenatórios. Aqui estamos compartilhando de minha perplexidade óbvia e ululante.

E era pra ser apenas mais uma tarde quente de trabalho como muitas que aqui incendeiam enquanto vamos ocupados de mais com nossos afazeres. E bem no meio da tarde, num horário que as imagens a céu aberto adquirem uma coloração amarelada como se víssemos tudo através de um negativo de foto, um efeito sépia, eu vi o Nefasto. O calor atingiu níveis tão insuportáveis a nós humanos que outras criaturas se sentiram libertas para circular à luz do dia e por entre nós tratar de seus interesses hediondos, odientos e odiosos. E nós, que trabalhamos sob a opressão dos poderosos grilhões do calor a envolver nossos punhos e tornozelos, sabemos que este tipo de acontecimento amiúde é o prenúncio do fim dos tempos, o sinal, o prefácio apocalíptico.

Indo daqui ali, e ‘daqui ali’ você que escreve sabe que nunca vem ao caso, eu fiz uma parada diante do semáforo aceso em vermelho como brasa. Levemente sufocado, sem ligar o ar condicionado do carro da empresa, pois sou alérgico (e eu não estaria pictoricamente detalhando tais coisas se não fosse por querer, de certa forma, ajudar os que me lêem a enxergarem com clareza a gravidade do fato). E foi nestas circunstâncias que, ao acender o sinal verde, sem se importar com os carros engrenados e já acelerando em progressão, Ele saltou diante de todos e atravessou à passo largo. Um forte cheiro nauseabundo de fumo e enxofre se desprendia de sua capa e roupas pretas invadindo o interior dos carros e dos estabelecimentos comerciais imediatos. As faces se contorciam ao inalar o odor ácido. A imagem encheu-me de assombro e terror. O Diabo atravessou a frente de meu carro e eu quase o atropelei. Deu um soco no capô, encarou-me, pude ver seus olhos vermelhos e a origem de seus córneos frontais. Seguiu rumo á margem oposta. Entrou por uma loja onde à porta se via uma vendedora muito bem equipada ociosa, mascando chicletes e escorada no batente. Deu-lhe um selinho e entrou. A moça entrou logo atrás. Eu segui com o carro e não vi mais nada. Paro na primeira porta de lan house e anuncio o fim que está próximo. Esta tarde fez o tal calor dos Diabos.

Obs. O meu nome é Constantino Bonaparte e sou um pseudônimo do autor do blog, mas podem me chamar de Consta.

Do Blog: http://jefhcardoso.blogspot.com/
Postado por Jardeu Amorim
A quadrilha junina umarizalense Encanto do Nordeste começou em janeiro os ensaios para a temporada de apresentações e competições de 2012. A quadrilha campeã do prêmio RN Junino do ano passado promete inovação e vem cheia de novidades.

Novo tema, novas coreografias, novas músicas estão sendo mantidos em sigilo no momento pela comissão que promete surpreender. A previsão é que as apresentações tenham início na época tradicional dos festejos, mês de junho, mas a partir de maio segundo os integrantes, já começam a surgir os convites.

Só no ano passado a quadrilha visitou mais de 10 cidades levando a cultura e a tradição junina de Umarizal para todo o Rio Grande do Norte. Apesar de não ter conquistado nenhum título os integrantes estão confiantes para a temporada 2012.

"Estamos super animados. O que vamos fazer é dar o nosso melhor e se ganharemos será uma consequência, mas acima de tudo o objetivo esse ano vai ser o primeiro lugar" Ressalta um dos integrantes.

Ano passado a quadrilha se destacou também na mídia. A equipe da Inter TV Cabugi esteve em Umarizal e destacou na área da cultura, o grupo junino mostrando o ritmo e a dança além dos seus integrantes que se apresentaram para lente da afiliada da rede Globo no Estado.

A quadrilha tem como madrinha a apaixonada pela cultura junina, Aurélia Alencar. Com seus 65 anos ela mantém viva a tradição do Arraiá Quebra-Quebra que já faz parte da história cultural de Umarizal. Em 2012, a quadrilha comemora quatorze anos de vida e resgate do amor pelas tradições do sertão e do ritmo junino. Seus integrantes, mais de sessenta no momento, estão trabalhando diariamente na montagem do "espetáculo" que promete trazer de volta o Encanto do Nordeste.

Se você quiser ter essa atração entre em Contato : (84) 9600-5850 / (84) 9959-1288 / (84) 9933-8250
Mais Informações no http://nossoencantodonordeste.blogspot.com.br/
Texto: www.uzlemfotos.blogspot.com

Postado por Jardeu Amorim
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